Enquanto isso, no pub…

Posted in textos on July 4th, 2010 by D. Vespa

Odeio fazer posts sem acentos. Eh fato que desde o primario detesto acentos, mas escrever sem eles me passa a impressao que tudo foi feito em miguxes – e nao por conta de um teclado safado o qual eu estou com preguica de tentar configurar para dar uma melhor estetica para o texto. De qualquer modo, nem meia duzia vai ler mesmo entao acho que estah mais que suficiente.

Neste momento escrevo de Galway, cidade costeira da Irlanda, e jah visitei as principais atracoes da cidade – que depois posto com mais calma, preciso carregar as fotos e, pretendo, descrever com mais detalhes cada lugar que fui.

Depois de um voo tranquilo e mais de 24 horas acordado, finalmente cheguei em Dublin onde, faminto, fui para o bar procurar algo para comer e cumprir com a mais importante obrigacao de qualquer um que pise em solo irlandes:

voce gosta mais de guinnes ou de batata?

Depois, caminhei ateh o local onde descansaria e jah fui conhecendo algo da cidade:

foto de uma rua do centro da cidade

Cheguei na casa onde eu e Ila ficamos hospedados onde fomos forcados a jantar mais uma vez (acho que irlandeses tem uma dobra espacial no estomago, nao sei pra onde vai tanta comida) e, em seguida, entrei em estado de torpor por mais de 12 horas seguidas – e acredito que soh nao foi mais porque na manha seguinte jah partiriamos para outra cidade, Clonmacnoise.

entrada do lugar. Gosto dessas coisas que jah te dao a tag pronta pra quando postar nalgum lugar...

Clonmacnoise eh, ateh onde percebi, uma atracao meio lado B daqui. Pra ter uma ideia no centro turistico do aeroporto nao tem a menor nocao de onde fica e, na Kajon, a pousada que ficamos, disseram NUNCA terem recebido brasileiros lah. Quando voce chega num lugar que nem ao menos um mineiro pisou, significa que sim, voce esta no meio de lugar nenhum…

A regiao tem duas atracoes: ruinas duma velha abadia, com direito a cemiterio no “quintal” e tudo mais. Subirei as fotos no Picasa e lah todo mundo ve o que se passa.

Ruina da Abadia. Pra baixo tem mais.

Mais ruinas. Na foto um pedaco da igreja, uma torre e umas cruzes do cemiterio no quintal da igreja (esses monges tem umas manias...)

Logo, eh claro, que conseguir uma conexao de gente…

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Sobre a produção de conteúdo (ou A Internet está virando um grande RT)

Posted in observações, textos on February 12th, 2010 by D. Vespa

Eu já falei isso num post anterior e repito: acho horrível a forma como as pessoas consideram mais importante ter um blog com uma audiência nas alturas ao invés de ter um blog bom. A internet está virando um grande vácuo onde uns poucos criam ou registram alguma informação e muitos replicam-na sem critério algum, criando um ruído imenso de diversidade nenhuma, uma grande cacofônia de uma nota só.

Não consigo ver sentido em coisas como criar uma lista de “X coisas de tal assunto” e simplesmente agrupar coisas e nada mais, sem sequer dar uma visão pessoal ou produzir algo em cima daquilo. Pior, fazer isso e ainda ter por objetivo ser um site/blog/twitter que sirva de referência para outros sendo mero replay do trabalho de outros.  Juntar vídeos, imagens ou frases soltas de pessoas influêntes é fácil, qualquer agregador de conteúdo capenga faz isso.

Muitos podem vir e me acusar de que o outro blog do qual participo também é assuntos que, por vezes, já forma exaustivamente discutidos na internet – mas nesse caso eu rebato:  é um assunto focado que nós, do Fronteira Final, lidamos todo dia. Cada experiência lá relatada é realmente nossa, sendo testada e vivida para só depois passar pra diante, não mero copy-paste de sites especializados. Não, não sou contra listas, só acho que elas tem que ter coerência: muitos sites bons são feitos destas forma, o autor do texto em geral apresenta-as para justificar algum produto que usou a dita lista como referência ou, melhor, explica a semântica/semiótica e todos por ques daquilo ter assumido aquela determinada forma naquele determinado contexto, indo muito além de uma mera galeria de imagens de propósitos totalmente vazios, sendo não mais que uma encheção de linguiça talvez para manter audiência, talvez para parecer uma pessoa de cultura para outros.

Não descarto também que existam blogs que desde o começo tem essa característica de “garimpeiros”, e que são deveras úteis como repositório de informação – mas se estes já existem, por que não contribuir com eles ao invés de criar mais um gerador de eco? Ainda por cima se for um gerador de eco destes geradores de eco?  Se realmente quer compartilhar isso no seu blog, bacana, faça-o, mas pra que replicar o material no site se você pode simplesmente passar o link para a pessoa conferir o material direto na fonte?

Acredito que uma vez que se assume a séria posição de produtor de conteúdo, se você não prezar pela qualidade do produzido em prol da audência, cai na mesma situação tão criticada por todos em relação à TV, que produz programas mediocres apenas para dar circo ao cidadão mediano – e nada mais além disso.

Só um desabafo.

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Quadrinhos?

Posted in textos on February 4th, 2010 by D. Vespa

Heya. O blog está um tanto parado por conta de várias mudanças na minha vida, não tenho conseguido dar a devida atenção a este lugar.

De qualquer forma há algum material novo publicano no A Fronteira Final, blog técnico que colaboro. É um quadrinho sobre um assunto um pouco mais “focado”.

Bom divertimento!

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O futuro da arqueologia

Posted in textos on November 26th, 2009 by D. Vespa

Já imaginou daqui mais ou menos uns mil anos, depois da quarta guerra mundial ter exterminado toda a sociedade tal qual conhecemos e, após a humanidade se re-erguer (por que essa peste reproduz que nem coelho e se adapta feito barata), quais seriam as conclusões dos arqueólogos do futuro quando encontrarem nossos restos?

Bom, o primeiro ponto a se pensar é: respeite o lixo. O lixo de hoje é o achado fantástico arqueológico de amanhã. Uns meses atrás alguns arqueólogos acharam uns pedaços de penico e outras bugigangas no meio da cracolândia aqui em São Paulo e estavam felizes da vida com isso. Lembro também de uns sujeitos que comemoraram ter achado o excremento de dinossauro mais velho do mundo, mas isso é outra história .

Uma das coisas que possivelmente vai intrigar os futuros arqueólogos, muito mais que as TVs  e computadores serão as máquinas automáticas de café. Imagine a situação: o camarada vai lá, escava umas duas toneladas de terra  onde um dia foi um centro comercial, e dá de cara com uma tralha dessas:

Considera que essa máquina de café é maior que uma pessoa...

olha o tamanho dessa budega...

Provavelmente o sujeito vai testar resíduos e coisas assim (isso presumindo que nossos descendentes serão providos da mesma curiosidade inútil que nós temos agora. Se eles forem espertos, eles voltam a morar nas árvores e abandandonam essa idéia idiota de “espécie dominante”) e vão encontrar os resíduos de cafeína. Juntando com os copinhos, logo concluirão que nós bebiamos essa porcaria (supondo que talvez eles não tenham café no futuro, o que duvido muito). Conclusão lógica: uma máquina maior que uma pessoa num ponto de fácil acesso para todos e visitada muitas vezes por dias (informação que tirarão do DNA diferenciado nos copinhos) só pode ser parte de um ritual de adoração, tipo o Santo Daime . Daí vão arrumar um nome bonito e classificar o nosso tempo como “A idade do café” ou coisa assim.

Isso porque eu nem pus a imaginação para divagar sobre coisas mais estranhas para o futuro… Sendo bastante raso, imagine se encontrarem uma revista do naipe “Brasileirinhas” o quão estranho poderá parecer. E digo mais: da mesma forma que nós botamos tudo quando é porcaria que achamos em museu, pode ter certeza que esse tipo de material também vai parar lá. Aliás, eu sempre imagino que vários povos antigos ririam horrores se soubessem que colocamos, sei lá, a estátua que eles deixavam no quintal pro cachorro urinar em cima, num pedestal e, ainda por cima, fazemos teses e teses provando por A mais B que aquilo ali era Zubutaram, deus da colheita e do vento norte – e na verdade era só obra de um desocupado que olhou pra pedra e disse “taí! Vou fazer uma estátua feia pra passar o tempo”. No caso da Brasileirinhas, se esta não assumir o status de arte clássica ou coisa assim, ainda podem interpretar como um manual de anatomia ou de consulta, levando a pensamentos como “Que povo burro, precisava de manual pra lembrar o que era uma fêmea!”

Bom, chega disso por hoje. Eu já deveria ter ido dormir há 3 horas atrás ao invés de ficar panguando que nem um idiota que vai ficar caindo de sono amanhã divagando sobre esse assuntos completamente imbecis de altíssima importância.

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A Fronteira Final

Posted in blog, textos on November 26th, 2009 by D. Vespa

A seguir a palavra dos patrocinadores

“Você, jovem, que completou 18 anos e já faz micragem, não deixe de ler A Fronteira Final, um site novo a respeito de interface Web como você nunca viu antes.”

Tá, mas se você não faz micragem e quer um conteúdo bacana a respeito do assunto, passe lá também. O Blog é tocado por 10 profissionais da área (incluso este que vos escreve) e fala a respeito de interface web  (Design, HTML, CSS, Javacript e essas coisas que teus amigos te zoam quando descobrem que você sabe). Voltado para Webmasters, Webdesigners, Front End Engineers e esse tipo de pedreiro virtual povo modernoso.

Voltamos agora à programação normal.

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10 dicas para o seu blog aumentar estrondosamente em acessos

Posted in internet, textos on November 19th, 2009 by D. Vespa

Como todos sabem a internet deixou de ser feitas para humanos nos últimos anos e, por volta de 78.9% dos textos escritos na Internet mundial segundo o E-Bope, são feitos únicas e exclusivamente para pescar otários no Google.

Na intenção de contribuir para que seu site tenha uma massa imensa de acessos de goiabas que abrirão o seu site por e o fecharão em dois segundo, segue uma série de dicas (separadas em 10 porque agora é moda este tipo de post. Tem uns que reunem 50 coisas aleatórias, mas ó a minha cara de quem tem paciência pra isso) para a sua página “bombar” na internet! Entupa você também a rede de lixo e ecos mal-escritos!

1-Selecione palavras chave e encaixe-as no texto a todo custo

Selecione 10 palavras chaves que tenham a ver com o assunto que você vai escrever e repita-as a exaustão. E daí que o texto ficará horrível e todo torto? Uma multidão de neo-incluso-digitais abordará sua página até que o servidor faça bico de tanto acesso! Se possível, enfie algumas fotos de mulher nua também pra pegar os neo-incluso-digitais que já aprenderam a usar o Google Images.

2-Escreva posts com 10, 20, 30 dicas sobre qualquer coisa

O buscador usa o seu conteúdo para ganhar dinheiro? Dê o troco! Vá no buscador, procure sobre o assunto, faça um Frankenstein com os 10 ou 15 primeiros resultados e ganhe acessos mil. Sexo, drogas (afinal essa será a qualidade do seu texto) e Copy’n'Paste, mermão. Seu Analytics vai ficar tão lindo que você até vai chamar sua avó pra ver.

Ah sim, não esqueça: mulher pelada.

3-Comente em blogs alheios similares única e exclusivamente pra deixar o link lá

E daí que você entrou no blog do cara pra copiar conteúdo? Aumente sua relevância para o todo-poderoso buscador deixando o seu link lá, onde será indexado e subirá o teu ranking perante os outros. Se quiser, tem alguns templates que você pode usar pra ter que pensar ainda menos pra fazer isso:

  • Texto Daora!
  • Noooooossa, que fófis.
  • Legal seu blog. Me Add? (esse serve pra Flog também)
  • kahakahkahakahakhakaakah xou!!

Mas claro, você é livre pra inventar quantos quiser. E sempre lembrando, post sim, post não, mulher pelada.

4-Seja cool, apesar das mulheres peladas

- “Mas sr. Vespa, eu não quero por mulher pelada, é muito vulgar”

- “Sr. Vespa, eu sou menina e não quero por isso no meu blog porque vai chocar minhas amigas”

Calma, calma… Isso tem solução. Se você quiser parecer cool, pop e descolado para meninos, meninas e outros você pode usar uma fórmula bem simples: vários blogs falaram de arte erótica com propriedade, muitos realmente pela apreciação plástica da mesma (apesar da apreciação punhética da coisa também ser válida e por vezes predominante sim, acredite, existe a plástica também). Coloque meninas vestidas de pin up, mas não precisa prezar pela qualidade: pode ser aquela pin up cosplay mesmo, que você fotografou em alguma Animecon, Anime-Emo, etc da vida. As vezes nem é uma pin up mesmo, é uma personagem perva de anime… Mas se você disser que é muita gente acredita. Entre uma e outra, jogue uma mais ousada (a.k.a. posição ginecológica) e, pra equilibrar, jogue umas Suicide Girls e pronto: você é promovido de pornógrafo para “apreciador cult de arte corporal”.

Nota: escreva também alguns Hai Kais e estrofes desconexas entre uma “post chavasca” e outro, aumenta o nível de “cultice” do blog.

5-Defenda qualquer asneira do twitter com unhas e dentes – ou não

Temos aqui caminhos fáceis. Pegue trend topics no Twitter ou qualquer tema que tenha assumido condições virulentas e faça um post indignado, não importa se pro bem ou pro mal. Fale da saia da Geyse, do #ForaSarney, de alguma besteira dita por algum CQC ou do humorista (?!) Zina e seu aspirador de pó. Vale tudo (sem esquecer a regra de ouro: putaria = acessos). Feito isso basta escolher: você pode tomar as dores e mostrar sua compaixão ou, o que eu considero mais funcional, seja contrário à maioria. Mas dê argumentos estapafúrdios, não pense em nada antes de escrever – você só quer criar polêmica e, quanto mais contraditório for, quanto mais estúpido soar (desde que escrito de maneira difícil) mais audiência terá. Seja uma espécie de Caetano Veloso no seu texto. Com sorte, você racha de tanto comentário e ganha um monte de palavras chave para o Gugol te achar.

6- Chupinhe o Youtube, o Failblog e sites engraçadinhos

Junte um monte de vídeos com Fails, Jeremias, ou uma sequência de coisas que você sequer faz idéia de onde veio e coloque no seu blog. Não esqueça de fazer comentários “sagazes” (use a regra 1 na hora de faze-los) para que o Gugol te ache. Há grande chance de você ganhar uma boa audiência vinda do Twitter também. Aqui não dá pra usar vídeo de putaria, infelizmente… As pessoas cults gostam das fotos mas os filmes, se não forem iranianos, franceses ou pelo menos em PB são automáticamente pornôs, não importa se o conteúdo é exatamente o mesmo dos anteriores citados.

7- Faça pouco da classe média

Taí, isso eu não sei porque tá na moda… Vejo “blogs around the web” falando que a classe média é medíocre, que aspira a um universo que não é dela, que só tem mesmo é que rir, etc, etc. A conclusão que eu chego é que todo mundo que eu conheço que faz isso ficou rico do dia pra noite (ou o contrário, mas como ainda eles podem pagar por banda larga eu duvido um pouco) ou não tem muita noção que medíocre todos podemos ser, independente da classe social. A mediocridade e a burrice são duas coisas que atingem com perfeição o ideal do socialismo.

Mas enfim, fale mal. Gera polêmica, comentários e te faz parecer bacana. Lembrando: use argumentos toscos mas escritos de forma bonita. Ah, e tente colocar umas empregadinhas com pouca roupa ou nenhuma no post sobre a classe média.

8- Use termos da moda mesmo que não tenha a ver com o texto

Mesma coisa que a primeira regra só que usando contexto geral da web. Foda-se que seu texto fala da morfologia das aranhas camelo, se o assunto do momento for, por exemplo, iPhone, dê um jeito de enfiar a palavra umas três vezes no texto. Eu já vi gente usar isso até mesmo em palestras, funciona que é uma beleza, mostra como você está antenado. E no caso de um blog ainda por cima atrai pencas de bananas vindas via buscador.

9- Coloque selos de todos grandes blogs do mundo na lateral e crie seu próprio

Issaê, deixa tua lateral parecendo uma lona de circo. Vai que com sorte algum desses caras de blog grande entra no seu e, retribuindo o favor, coloca o teu blog no dele também? Automaticamente o Gugol joga teu ranking lá pro alto, te puxando pela relevância do blog cujo dono teve o saco puxado por você. Já pensou quanto acesso viria do Jovem Nerd ou dos Irmãos Brain?

10- O mais importante

Tenha em mente que todas as técnicas acima funcionam MESMO, mas usa-las fazem de ti uma putinha relaxada. Lembre-se, você estará contribuindo para aumentar ainda mais o ruído na internet, fodendo a vida das pessoas que estão atrás de conteúdo relevante e gerando um número inchado e falso de leitores – quase todo mundo que cai nessa balela do texto/imagem/vídeo chamariz não fica mais do que 5 segundos no site e  não voltam nunca mais. Vale mesmo a pena criar um texto SOMENTE PRA SER ACHADO POR UMA PORRA DE BUSCADOR? Ou é melhor abrir mão de algumas coisas de vez em quando por um texto de mais qualidade?

Eu ainda acho bem mais divertido ter a mesma meia dúzia de sempre lendo as minhas pataquadas. Ser achado por buscador é efeito colateral.

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Mas que que é aquele link mesmo?

Posted in textos on November 15th, 2009 by D. Vespa

Aproveitando a boa vontade em escrever algo resolvi dedicar um post aos residentes do Blogroll, carinhosamente aqui chamado de Cruzados.  Afinal, vocês não acham que é meramente uma troca de links entre amigos, não? Lógico que estão ali por mais motivos além deste!

Seguindo pela ordem:

Designices – brógue do Rogerim, camarada de muito tempo, parceiro de trabalho durante dois anos no viajeaqui e depois na Abril digital no time de Search. O blog conta com dicas sobre tipografia, design digital e gráfico e um monte de dicas sobre livros bacanudos sobre a área.  Como atual “designer não praticante” (eu trabalho naquele limbo entre a programação e o design conhecido como Front-end/ webmaster/ o nome que estiver na moda no momento) eu passo lá de vez em quando para dar um lida. Aliás, só para fins de registro, eu sinto bastante falta do ex-blog do Roger, o Louco da Motosserra.

Futebol de verdade – Eu não ligo pra futebol.  Sério. Eu acho sacal ver 22 marmanjos correndo atrás de uma bola durante 90 minutos. Se não for jogo de copa do mundo, muito raramente eu tenho paciência para acompanhar – todo conhecimento que tenho sobre futebol atual vem do Cartola FC, que me chamou a atenção por ser muito mais um jogo de análise de dados do que futebol propriamente. Mas… O Blog do Pedro eu leio. Bizarro? Nem tanto, pois o futebol do qual ele fala é um tipo que me desperta interesse – que é o praticado ou  “por amor à arte”, aquele time minúsculo laaaá de Suassuna do Norte que o sujeito é açougueiro de dia e vai pro campo defender a camisa de noite. Também fala sobre o “futebol maroto”,  em que os sujeitos marcam uma pelada com breja e churrasco só pra descontrair com os camaradas.

Quando isso virar um blog – O Fabrício é comparsa de vários projetos. O quadrinho Apocalipse, neste blog publicado, é um deles por exemplo. Embora o blog esteja meio morto, sempre vale a pena “cavoucar” um pouco no passado e exumar algum texto mais antigo afinal, foram vários anos de crônicas, histórias e observações a respeito do mundo. E claro, vez ou outra ainda pode-se ser presenteado por algum novo texto.

SMBikers – Blog do Daniel, outro companheiro que encara a dura rotina conosco no Time Search, onde fala a respeito das magrelas. Um monte de dicas sobre ciclismo em geral, equipamentos, lugares bacanas, e informações essenciais para uma boa pedalada (este post em especial mudou minha percepção a respeito de bicicletas). Mas daí as pessoas me perguntam: “Mas Vespa, por que tem um blog nas suas recomendações a respeito de bicicletas se faz mais de 10 anos que você não sobe em uma?” – e eu respondo: o blog é meu e eu faço o que quiser. Se cismar de fazer fogueirinha eu posso, tá?

Sempre que acrescentar algum link novo pretendo colocar a devida resenha daqui para diante. Afinal, se é uma indicação, eu tenho que contar aos outros porque vale a pena ver, não? Nada de links aleatórios com a idéia besta de “bota no seu que depois eu boto no seu” (com o perdão do trocadalho) por aqui.

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