O futuro da arqueologia
Já imaginou daqui mais ou menos uns mil anos, depois da quarta guerra mundial ter exterminado toda a sociedade tal qual conhecemos e, após a humanidade se re-erguer (por que essa peste reproduz que nem coelho e se adapta feito barata), quais seriam as conclusões dos arqueólogos do futuro quando encontrarem nossos restos?
Bom, o primeiro ponto a se pensar é: respeite o lixo. O lixo de hoje é o achado fantástico arqueológico de amanhã. Uns meses atrás alguns arqueólogos acharam uns pedaços de penico e outras bugigangas no meio da cracolândia aqui em São Paulo e estavam felizes da vida com isso. Lembro também de uns sujeitos que comemoraram ter achado o excremento de dinossauro mais velho do mundo, mas isso é outra história .
Uma das coisas que possivelmente vai intrigar os futuros arqueólogos, muito mais que as TVs e computadores serão as máquinas automáticas de café. Imagine a situação: o camarada vai lá, escava umas duas toneladas de terra onde um dia foi um centro comercial, e dá de cara com uma tralha dessas:

olha o tamanho dessa budega...
Provavelmente o sujeito vai testar resíduos e coisas assim (isso presumindo que nossos descendentes serão providos da mesma curiosidade inútil que nós temos agora. Se eles forem espertos, eles voltam a morar nas árvores e abandandonam essa idéia idiota de “espécie dominante”) e vão encontrar os resíduos de cafeína. Juntando com os copinhos, logo concluirão que nós bebiamos essa porcaria (supondo que talvez eles não tenham café no futuro, o que duvido muito). Conclusão lógica: uma máquina maior que uma pessoa num ponto de fácil acesso para todos e visitada muitas vezes por dias (informação que tirarão do DNA diferenciado nos copinhos) só pode ser parte de um ritual de adoração, tipo o Santo Daime . Daí vão arrumar um nome bonito e classificar o nosso tempo como “A idade do café” ou coisa assim.
Isso porque eu nem pus a imaginação para divagar sobre coisas mais estranhas para o futuro… Sendo bastante raso, imagine se encontrarem uma revista do naipe “Brasileirinhas” o quão estranho poderá parecer. E digo mais: da mesma forma que nós botamos tudo quando é porcaria que achamos em museu, pode ter certeza que esse tipo de material também vai parar lá. Aliás, eu sempre imagino que vários povos antigos ririam horrores se soubessem que colocamos, sei lá, a estátua que eles deixavam no quintal pro cachorro urinar em cima, num pedestal e, ainda por cima, fazemos teses e teses provando por A mais B que aquilo ali era Zubutaram, deus da colheita e do vento norte – e na verdade era só obra de um desocupado que olhou pra pedra e disse “taí! Vou fazer uma estátua feia pra passar o tempo”. No caso da Brasileirinhas, se esta não assumir o status de arte clássica ou coisa assim, ainda podem interpretar como um manual de anatomia ou de consulta, levando a pensamentos como “Que povo burro, precisava de manual pra lembrar o que era uma fêmea!”
Bom, chega disso por hoje. Eu já deveria ter ido dormir há 3 horas atrás ao invés de ficar panguando que nem um idiota que vai ficar caindo de sono amanhã divagando sobre esse assuntos completamente imbecis de altíssima importância.
Tags: arqueologia, café, futuro, sandices
Como diria Dr. Jones “Isso pertence ao museu.” Eu me questiono muitas vezes sobre essa fato das explicações arquiológicas e olha que curto o assunto. Mas, por outro lado, só mostra como é efêmero nossas ações, pois em um punhado de anos nosso é bem capaz que ninguém compreenda o que fizemos ou saiba de nossa existência. Enfim, o importante é a cerveja de final de semana estar bem gelada.
Acho que 4a. guerra mundial será interrompida pelo maior ataque de zumbis já visto na terra (hj só há registros de pequenos ataques). Daí não vai ter arqueologia no futuro, pois zumbis são mto burros para isso. =**
mas um dia os zumbis descobrem a roda, o fogo, a pornografia, a arqueologia e volta a se tudo a mesma merda… mas com zumbis
Imagina então quando os futuros arqueologistas encontrarem o que sobrou dos corpos humanos de nosso tempo: esqueletos e milhares de bolotas de silicone! Fura, espeta, analisa… Imagina as teorias para explicar a aplicação do estranho objeto? Ainda mais olhando as fotos da “Brasileirinhas”.
HAHAHA! Muito bom isso! E é verdade, você devia estar dormindo.
Penso o mesmo do pessoal quebrando a cabeça sobre o calendário maia. O maia q calculava a POrra do calendário fez mais de 2000 anos a frente do seu tempo… uma hora ele olhou pro calendário e pensou, “foda-se, outro pulha q continue de 2012 pra frente” e um monte de babaca hj em dia acha q essa merda vai acabar .
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